O Perfil De Um Adorador
Adicionado em 18/09/2009

O homem natural, em sua própria natureza questiona sua razão de ser e existir por meio de três parâmetros básicos;

  1. Quem sou?
  2. Onde estou?
  3. Para onde vou?

Tais questões têm sido a filosofia de homens que dedicaram suas vidas em busca do conhecimento, trazendo à humanidade grandes revelações acerca de tudo àquilo que compõe o mundo ao seu redor; as ciências, a natureza, o universo, etc.

O homem busca o sentido para sua existência através da alma, que é a sede de sua personalidade. Nela se acham a vontade, o intelecto e as emoções, sendo assim, impossível determinar por esses meios as coisas que são da ordem sobrenatural de Deus, através de Sua Palavra.

Deus criou todo o universo e criou o homem unicamente para adorá-lo. Colocou-o em lugar de Lúcifer, o anjo de luz, foi líder da adoração/louvor celestial, que se corrompeu, seduzido pelo orgulho de sua posição no Reino dos Céus, crendo ser maior do que Deus e podia governar todo o universo melhor do que Ele. Foi destituído e condenado, então o Senhor criou o homem para viver dedicado a Ele, o Todo Poderoso, em uma atmosfera de louvor e adoração. Mas essa atmosfera foi quebrada pelo pecado silenciando a comunhão cheia de louvor entre o homem e Deus.

Cristo trouxe a restauração entre o homem e Deus, através de Sua morte e ressurreição, restabelecendo a expressão do que o Senhor representa diante de toda a criação, por meio da adoração.

Como “casa restaurada”, devemos manifestar a nossa verdadeira essência adoradora, o perfil que consiste, primeiramente, no temor ao Senhor. Quem teme, serve, respeita, tem reverência e responsabilidade diante Dele, pois reconhece Sua grandeza e infinita honra, glória e poder.

A carta de Paulo aos Romanos, capítulo doze, versículo um, estabelece a mais importante condição, o verdadeiro perfil de um adorador...

peço a vocês que se ofereçam completamente como sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a Ele. Esta é a verdadeira adoração que vocês devem oferecer a Deus”.

Devemos estar separados para Deus, oferecendo a nossa própria vida em louvor do Seu Nome. Abrir mão de tudo aquilo que são agradáveis a nós, os prazeres, as vontades, as riquezas, os sonhos e depositando toda nossa confiança e dedicação a Jesus, oferecendo nossa própria vida para glorificá-lo além das circunstâncias, e tudo quanto necessitarmos Ele nos suprirá.

Portanto, estes são os conceitos básicos que abrem as portas para uma vida de adoração íntima, diante do trono do Rei, que nos levará à medida de nossa busca, ao mais profundo do coração do Pai.





 

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